Pesquisa sobre agressividade fiscal, elaborada por Marluci Azevedo, diretora da Domingues e Pinho Contadores, foi premiada pelo CRC do Rio de Janeiro.

DPC NA MÍDIA

Estudo aponta desdobramentos da agressividade fiscal nas empresas


Pesquisa elaborada por Marluci Azevedo, diretora da DPC – Domingues e Pinho Contadores, foi premiada pelo CRC do Rio de Janeiro


O estudo “Demora na Publicação das Demonstrações Contábeis – Financeiras e a Agressividade Fiscal”, desenvolvido por Marluci Azevedo, diretora da DPC – Domingues e Pinho Contadores (GBrasil | RJ e SP) aponta que as empresas com planejamento tributário agressivo demoram mais tempo para divulgar as demonstrações contábeis conforme as regras da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que regula as companhias abertas no País. “O planejamento tributário agressivo é quando a alíquota efetiva do imposto de renda é menor que 34%. As empresas brasileiras analisadas no trabalho apresentaram alíquota efetiva de imposto de renda e contribuição social na média de 25,5%”, explica.


Segundo Marluci, o objetivo da pesquisa ainda é novo no Brasil, diferente de outros países como nos Estados Unidos da América, onde a agressividade fiscal das companhias é avaliada há anos. Entre os desdobramentos que essa questão traz para empresa está a utilização do fluxo de caixa presente em detrimento do pagamento de impostos futuros, o risco de redução indevida da carga tributária e a exposição da empresa perante o Fisco.


A análise da agressividade fiscal pode contribuir para que as regras internas rígidas de compliance sejam implementadas. “Apesar do risco de redução da carga tributária da companhia, o risco de autuação ou de gerenciamento de resultados pode ser mitigado. Inclusive, o estudo focou em pesquisas que já evidenciaram essa situação nas empresas”, relata.


Além disso, outra colaboração indicada no estudo é a demonstração contábil e as notas explicativas. Entre os segmentos analisados, os da indústria têxtil e química são as que apresentam mais rápido as demonstrações contábeis ao público, enquanto o setor de veículos demora mais tempo para divulgar os mesmos dados.


De acordo com a diretora da DPC, para que o empresário entenda os detalhes de tributação, impostos correntes e diferidos para facilitar a tomada de decisão, é importante ter o apoio de um serviço de contabilidade e de uma consultoria tributária de qualidade. “O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) registra quase duas normas tributárias por hora em um dia útil, sendo a maioria delas com cobranças em excesso, o que confunde os contribuintes. Portanto os empresários brasileiros precisam ter o apoio de profissionais de contabilidade com expertise e preparados para a realização de planejamento tributário à luz da legislação, especialmente do Código Tributário Nacional (CTN), finaliza. Confira o estudo completo aqui


Estudo é premiado pelo CRC-RJ


A pesquisa acadêmica de Marluci Azevedo foi premiada em quinto lugar no Prêmio Contador Geraldo de La Rocque, promovido pelo Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro (CRC-RJ). A cerimônia, realizada em 20 de outubro, na PUC-Rio, fez parte da programação do Congresso Nacional de Administração e Contabilidade (AdCont 2017).


O estudo também foi apresentado ao público formado por especialistas e pesquisadores da área. Entre os presentes estava Manuel Domingues e Pinho, diretor-presidente da DPC, para prestigiar a conquista da profissional contábil.

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<h2>Estudo aponta desdobramentos da agressividade fiscal nas empresas
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<h4><p class=MsoNormal>Pesquisa elaborada por Marluci Azevedo, diretora da DPC –
Domingues e Pinho Contadores, foi premiada pelo CRC do Rio de Janeiro</p></h4>
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<p class=MsoNormal>O estudo “Demora na Publicação das Demonstrações Contábeis –
Financeiras e a Agressividade Fiscal”, desenvolvido por Marluci Azevedo,
diretora da&nbsp;<a href=”http://www.dpc.com.br/admin.php/” target=”_blank”>DPC</a>&nbsp;–
Domingues e Pinho Contadores (<span class=SpellE>GBrasil</span> | RJ e SP)
aponta que as empresas com planejamento tributário agressivo demoram mais tempo
para divulgar as demonstrações contábeis conforme as regras da Comissão de
Valores Mobiliários (CVM), que regula as companhias abertas no País. “O
planejamento tributário agressivo é quando a alíquota efetiva do imposto de
renda é menor que 34%. As empresas brasileiras analisadas no trabalho
apresentaram alíquota efetiva de imposto de renda e contribuição social na
média de 25,5%”, explica.</p>
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<p class=MsoNormal>Segundo Marluci, o objetivo da pesquisa ainda é novo no
Brasil, diferente de outros países como nos Estados Unidos da América, onde a
agressividade fiscal das companhias é avaliada há anos. Entre os desdobramentos
que essa questão traz para empresa está a utilização do fluxo de caixa presente
em detrimento do pagamento de impostos futuros, o risco de redução indevida da
carga tributária e a exposição da empresa perante o Fisco.</p>
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<p class=MsoNormal>A análise da agressividade fiscal pode contribuir para que
as regras internas rígidas de&nbsp;<span class=SpellE>compliance</span>&nbsp;sejam
implementadas. “Apesar do risco de redução da carga tributária da companhia, o
risco de autuação ou de gerenciamento de resultados pode ser mitigado.
Inclusive, o estudo focou em pesquisas que já evidenciaram essa situação nas
empresas”, relata.</p>
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<p class=MsoNormal>Além disso, outra colaboração indicada no estudo é a
demonstração contábil e as notas explicativas. Entre os segmentos analisados,
os da indústria têxtil e química são as que apresentam mais rápido as
demonstrações contábeis ao público, enquanto o setor de veículos demora mais
tempo para divulgar os mesmos dados.</p>
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<p class=MsoNormal>De acordo com a diretora da DPC, para que o empresário
entenda os detalhes de tributação, impostos correntes e diferidos para
facilitar a tomada de decisão, é importante ter o apoio de um serviço de
contabilidade e de uma consultoria tributária de qualidade. “O Instituto
Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) registra quase duas normas
tributárias por hora em um dia útil, sendo a maioria delas com cobranças em
excesso, o que confunde os contribuintes. Portanto os empresários brasileiros
precisam ter o apoio de profissionais de contabilidade com expertise e
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especialmente do Código Tributário Nacional (CTN), finaliza. Confira o estudo
completo&nbsp;<a
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<h4><p class=MsoNormal>Estudo é premiado pelo CRC-RJ</p></h4>
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<p class=MsoNormal>A pesquisa acadêmica de Marluci Azevedo foi premiada em
quinto lugar no Prêmio Contador Geraldo de La <span class=SpellE>Rocque</span>,
promovido pelo Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro (CRC-RJ). A
cerimônia, realizada em 20 de outubro, na PUC-Rio, fez parte da programação do
Congresso Nacional de Administração e Contabilidade (<span class=SpellE>AdCont</span>
2017).</p>
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<p class=MsoNormal>O estudo também foi apresentado ao público formado por
especialistas e pesquisadores da área. Entre os presentes estava Manuel
Domingues e Pinho, diretor-presidente da DPC, para prestigiar a conquista da
profissional contábil.</p>

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