Pix: DPC atua para otimizar a gestão financeira de clientes com o novo meio de pagamentos instantâneos

14/10/2020

OPINIÃO DO ESPECIALISTA

Pix: DPC atua para otimizar a gestão financeira de clientes com o novo meio de pagamentos instantâneos


O Banco Central do Brasil anunciou, em fevereiro deste ano, a criação do Pix , definido como um serviço que possibilitará que transferências de dinheiro sejam feitas de uma conta para outra em poucos segundos, 24 horas por dia, nos sete dias da semana, inclusive entre contas de diferentes instituições.

O Pix, que estará disponível em novembro, promove uma revolução no sistema de pagamentos brasileiro, trazendo novas possibilidades de negócios e maior dinamismo às operações financeiras, além da redução dos custos para efetuar as transações.

Para garantir a integração sistêmica com os bancos de seus clientes de gestão financeira, a DPC promoveu alinhamentos com essas instituições para que, tão logo o Pix esteja em operação, as empresas de sua carteira possam contar com essa solução que vai trazer tantos benefícios.




Quando o Pix estará disponível?


O início oficial de cadastramentos ao novo sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central foi no dia 5 de outubro.

A partir de 16 de novembro, a solução estará disponível para uso geral.


Interações possíveis


Os pagamentos instantâneos poderão ser utilizados para transferências*:

  • entre pessoas;
  • entre pessoas e empresas, incluindo comércio eletrônico;
  • entre empresas, como pagamentos de fornecedores, por exemplo;
  • para transferências envolvendo entes governamentais, como pagamentos de taxas e impostos;
  • pagamentos de salários e benefícios sociais e de convênios e serviços.

*De acordo com as fases definidas pelo Banco Central.


As empresas vão poder usar o Pix para pagar fornecedores, salários de funcionários e, em um segundo momento ainda a ser divulgado pelo Banco Central, impostos, garantindo mais agilidade à gestão financeira e tributária.


Benefícios do Pix para as empresas


O Pix liberta os usuários da dependência do expediente bancário para receberem dinheiro, inserindo o Brasil na rede das transações instantâneas 24 horas por dia, mesmo em finais de semana e feriados.

Para quem paga, o Pix é uma opção mais rápida, barata e segura, que traz a praticidade do uso de apenas um QR code para iniciar pagamentos por meio de um dispositivo digital, dispensando o uso de cartão, cédulas, maquininhas, etc.

Do ponto de vista de quem recebe, o Pix tem custo de aceitação menor que os demais meios, gera a disponibilização imediata dos recursos e facilita a automatização e conciliação de pagamentos. Não será mais necessário esperar alguns dias úteis para receber por um boleto. Em até 10 segundos, um pagamento estará na conta de destino.

A nova opção também vai gerar a redução de custos e o aumento da segurança em comparação com os produtos disponíveis atualmente, como a Transferência Eletrônica Disponível (TED) e o Documento de Ordem de Crédito (DOC).

A liquidação financeira dos pagamentos e recebimentos em tempo real vai ajudar na otimização do fluxo de caixa. No dia a dia, isso poderá contribuir para reduzir a demanda por antecipação de recebíveis, por exemplo.


Custos para as empresas


As pessoas jurídicas podem ser cobradas pelo uso, conforme o critério definido por cada instituição. No entanto, muitos bancos já anunciam que não cobrarão taxa do serviço para contas de PJs. De forma geral, os custos serão significativamente menores em comparação às despesas com o uso de DOC ou TED.


Como receber um Pix


Será possível receber um Pix de duas formas:

  • Por meio de QR code (estático ou dinâmico) gerado e compartilhado com o pagador;
  • A partir de uma chave Pix registrada em conta.

Como define o Banco Central, as chaves Pix são “apelidos” utilizados para identificar a conta. Trata-se de um código para representar a conta de cada usuário no Pix.

As pessoas jurídicas poderão ter 20 chaves para cada conta de sua titularidade.


Até o dia 2 de outubro, 921 instituições, entre bancos, fintechs e cooperativas, já estavam aptas a receberem o cadastro de chaves para o Pix. Veja a relação atualizada pelo Banco Central aqui.



Como se preparar para essa transformação


Neste momento, o ideal é conversar com os bancos com os quais a empresa mantém relacionamento para entender como o mesmo está se preparando para esta mudança, que tipos de serviços serão ofertados nessa fase inicial e quais adaptações sistêmicas serão necessárias para viabilizar o uso desse novo método de pagamento.

É preciso adaptar os sistemas internos das empresas, como ERPs, softwares de cobranças etc. às novas possibilidades de integrações bancárias por API (modelo de comunicação direta entre as aplicações do cliente e do Banco) ou customizações de cobranças para uso de QR codes e processos de conciliações bancárias.


Clientes da DPC prontos para o futuro do pagamento


Para as empresas já assistidas pela área de Gestão Financeira da DPC ou que já fazem uso remoto do nosso ERP, o processo de adaptação sistêmica se dará de forma imediata, a partir de novembro de 2020. O setor segue atuando nos ajustes finais dos sistemas e demais ferramentas que vão possibilitar a utilização do Pix.

O apoio da DPC garante conveniência e tranquilidade aos clientes, que poderão se beneficiar de todo o potencial do novo produto, considerando a aplicação da solução em suas estratégias de gestão financeira com a atuação consultiva e próxima dos nossos especialistas.

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